Parece que o mundo caminha para uma crise insolúvel.
Há até quem diga que é chegado o momento do fim. As engrenagens do Apocalipse foram postas em movimento e agora só resta aguardar o esperado cumprimento das profecias.
De minha parte, não creio que seja ainda o fim. É uma crise, só isso. Uma crise que é conseqüência direta de problemas menores que se acumularam ao longo do tempo. Uma crise que é a soma dos nossos vícios, multiplicada pelo número de habitantes do planeta. Por isso parece tão grande e avassaladora. A crise na verdade não é do mundo, mas sua, minha e do vizinho ao lado.
Como todas as outras crises, também esta enseja a mudança. Algo já não funciona mais e precisa ser substituído. Mas afinal, o que precisamos mudar? A resposta é simples: o nosso modo de vida. Esse jeitinho parasita de lidar com o mundo e tudo que há nele fez com que nosso hospedeiro chegasse ao seu limite.
Para mim, esta crise é antes de tudo uma oportunidade, uma oportunidade de mudar nosso modo de enxergar o mundo e de nos relacionarmos com ele. Uma chance de transformar esta relação Terra-humano de parasitária para simbiótica.
Há até quem diga que é chegado o momento do fim. As engrenagens do Apocalipse foram postas em movimento e agora só resta aguardar o esperado cumprimento das profecias.
De minha parte, não creio que seja ainda o fim. É uma crise, só isso. Uma crise que é conseqüência direta de problemas menores que se acumularam ao longo do tempo. Uma crise que é a soma dos nossos vícios, multiplicada pelo número de habitantes do planeta. Por isso parece tão grande e avassaladora. A crise na verdade não é do mundo, mas sua, minha e do vizinho ao lado.
Como todas as outras crises, também esta enseja a mudança. Algo já não funciona mais e precisa ser substituído. Mas afinal, o que precisamos mudar? A resposta é simples: o nosso modo de vida. Esse jeitinho parasita de lidar com o mundo e tudo que há nele fez com que nosso hospedeiro chegasse ao seu limite.
Para mim, esta crise é antes de tudo uma oportunidade, uma oportunidade de mudar nosso modo de enxergar o mundo e de nos relacionarmos com ele. Uma chance de transformar esta relação Terra-humano de parasitária para simbiótica.




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