Nunca esta pergunta pareceu tão vívida e relevante. O deus cuja idade e sabedora seriam incomensuráveis, cujas a alvíssima barba se derramaria para além da realidade; aquele deus cujo amor e ódio deveriam ser insuperáveis; ele, o deus infinito, agoniza silêncio. Quem sabe já esteja morto a tempos e tudo que resta de sua eterna grandeza seja um corpo mumificado num trono atemporal.
Aquele filósofo estava mesmo certo...
Neste novo mundo sem deus, as revelações de outrora já não têm mais significado. Uma nova verdade é necessária e urgente. Muitos já se aperceberam disso e deram início às buscas. Já investigamos os confins do universo, o fundo do mar e até mesmo a intimidade da matéria. Mas nada! O último lugar que nos resta para procurar é o abismo mais tenebroso, insondável, e profundo: o interior de nós mesmos. Quem sabe lá não encontraremos também o deus renascido...
Aquele filósofo estava mesmo certo...
Neste novo mundo sem deus, as revelações de outrora já não têm mais significado. Uma nova verdade é necessária e urgente. Muitos já se aperceberam disso e deram início às buscas. Já investigamos os confins do universo, o fundo do mar e até mesmo a intimidade da matéria. Mas nada! O último lugar que nos resta para procurar é o abismo mais tenebroso, insondável, e profundo: o interior de nós mesmos. Quem sabe lá não encontraremos também o deus renascido...





0 comentários:
Postar um comentário